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Deu na VEJA, Dep. de Rondônia é o 7° que mais gastou no Brasil; em verba da cota parlamentar

Imagem Ilustrativa

O site da revista Veja fez um levantamento após sete meses de mandato, mostrando quem são os parlamentares que mais gastaram no Brasil.

Nunca houve tantos políticos totalmente novatos na Câmara dos Deputados desde a redemocratização do país.

O processo eleitoral de 2018 levou à Casa nada menos que 106 parlamentares (um quinto do total) que nunca haviam ocupado nenhum tipo de cargo eletivo, seja de vereador, como deputado estadual, senador, prefeito ou governador.

Ou seja, zero experiência no exercício de um cargo desse tipo. Passados sete meses da posse desta legislatura, VEJA fez um levantamento de como esses novatos usaram o dinheiro da chamada cota parlamentar, um repasse mensal de verba destinada ao pagamento de despesas diversas como passagens aéreas, telefone, táxi, locação de veículos, combustíveis, manutenção de escritórios de representação nos estados e material para divulgação da atividade parlamentar, entre outros.

EM RONDÔNIA Segundo dados apurados até segunda-feira 2, entre os vinte maiores gastadores da Câmara, três novatos se destacam – Coronel Chrisóstomo (PSL/RO), Marreca Filho (Patriotas) e Julian Lemos (PSL).

Embora novatos na política, o deputado do PSL de Rondônia, Coronel Chrisóstomo ocupa o ranking nacional em uma posição de destaque, sendo o 7° parlamentar que mais gastou, dentre os 513 deputados. Chrisóstomo, se comparado aos seus colegas da bancada de Rondônia, está muito aquém. Para se ter uma ideia, a segunda posição é ocupada pela deputada do (PDT/RO) Silvia Cristina, que mesmo assim ocupa a posição 145° do ranking nacional, ou seja, se a disputa tivesse um pódio para premiar os dez primeiros, Chrisóstomo certamente ganharia uma medalha. OS QUE MENOS GASTARAM Entre os que menos gastaram, há dois casos de parlamentares que não usaram nem um centavo do contribuinte.

Um é o empresário Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG). Criado em uma família de comerciantes, tornou-se dono da rede de supermercados Coelho Diniz, com 17 lojas, sendo dez em Governador Valadares, sua base eleitoral. Como empresário, liderou várias entidades comerciais e empresariais de Minas Gerais, além do Sesc (Serviço Social do Comércio).

Na campanha, ele declarou ter um patrimônio de R$ 38.844.003, composto por quotas de empresas, imóveis, veículos, saldo em bancos, uma aeronave e R$ 231.428 em dinheiro vivo. Sua eleição consumiu, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), R$ 2.012.153, dos quais R$ 1.982.000 (ou 98%) foram doados pelo próprio empresário. A obstinação de Diniz em não usar a verba da cota parlamentar é tanta que ele mandou ressarcir um gasto de R$ 673 em telefone.

Quanto cada deputado gastou em 2019

Verba da cota parlamentar, sem incluir gastos com assessores e salários

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